Guerras Meteorológicas - Parte Final


Depois de 17 dias, estou eu aqui de volta.
Eu sei que vocês sentiram muita saudade, e eu também tava com saudade de vocês me bajulando aqui e no MSN depois de cada post.
Antes de falar sobre meteorologia, quero dizer que eu fui no show do Black Eyed Peas no domingo. FOI MUITO MUITO MUITO MANEIRO. E quem não foi, lamento. RS
Finalmente, hoje é a parte final do documentário sobre guerras meteorológicas. Espero que vocês gostem.

No post de duas semanas e 3 dias atrás eu falei sobre o HAARP e os efeitos causados pela emissão das ondas ELF e como ele poderia ser usado como arma. Hoje o assunto é como a chuva pode ser usada como arma meteorológica.

Uma das principais armas meteorológicas é ter o poder de desencadear inundações controlando a chuva no lugar desejado.
Desde que o clima foi visto como significado de poder e força, os militares vêm desenvolvendo formas de poder controlar e, infelizmente, conseguiram fazer isso com a chuva.
O exemplo assustador é um fato ocorrido em 15 de agosto de 1952. Uma tempestade maciça atingiu uma pequena cidade na Inglaterra. Essa tempestade foi tão devastadora que em 24 horas choveu 250 vezes mais do que costumava chover no local durante um mês inteiro. Rios transbordaram assustadoramente, a cidade foi destruída e muitas pessoas foram arrastadas para alto-mar e nunca mais foram vistas.

“Foi apenas um ato violento da natureza? A teoria que prevalece afirma que pode ter sido um experimento militar britânico que falhou. Pois os militares realizavam testes de semeação de nuvens na mesma época.”

No mesmo dia da tempestade, pessoas disseram terem visto jatos sobrevoando o local. A duvida que fica é se eles estavam somente de passagem ou estavam usando o local como campo de treinamento para seus experimentos, jogando iodeto de prata.

O iodeto de prata é um dos produtos mais utilizados na semeação de nuvens. O iodeto de prata forma um cristal ao redor do qual a umidade pode se condensar. A umidade já está presente nas nuvens e a função essencial do iodeto de prata é tornar as nuvens de chuva mais propícias para descarregar sua água armazenada. Isso faz com que chova mais do que o normal.

O Katrina também foi considerado por muitas pessoas arma de guerra meteorológica na sua forma mais potente. O objetivo era pegar toda essa água gerada pela emissão de iodeto de prata e mandar para a Costa do Golfo em forma de furacão. O que não é impossível devido toda tecnologia trabalhada para o controle do clima.
O Katrina foi marcado também pelos movimentos peculiares.

“A temporada de furacões de 2005 foi repleta de anomalias estranhas e surpreendentes. Houve  coisas que não deveriam ter acontecido. Uma dela sé que muitas das faixas do furacão eram quase linhas retas, e os furacões não se movem em linhas retas.”
Isso faz com que pessoas pensem que o furacão chegou com aquela força, exatamente naquele local, devido a estudos de controles climatológicos.

Os Estados Unidos querem ter o total controle climatológico para fins militares até o ano de 2025.

Depois de todos esses relatos e acontecimentos, fica claro que o clima é sim a arma mais poderosa e que a guerra climatológica vai existir se nada for feito.
O poder do clima na mão de pessoas erradas faz com que o mundo seja controlado pelos mesmos e, provavelmente, toda a graça da meteorologia e todos os estudos feitos até hoje serviriam apenas para o uso errado do ser humano.

Beijos e abraços do futuro meteorologista mais simpático desse mundo. 

Guerras Meteorológicas - Parte 2



Oi, meteorologistas.
Queria pedir desculpas por não ter postado no fim de semana. Realmente eu estava com muita preguiça. e_e Mas eu não prometo que não farei isso de novo.
Agora, vamos ao que interessa.


Como disse na semana passada, as ondas ELF foram descobertas. Mas o que, exatamente, elas poderiam fazer?

Esse tipo de onda, por ter uma freqüência muito baixa, poderia ser usada pra criar ondas de calor, mudando a estrutura molecular da Ionosfera, empurrando a mesma para o espaço. E isso pode fazer com que o Homem manipule o clima.

“Quando aquecemos determinada região da Ionosfera, isso a empurra para cima e cria algo semelhante a uma coluna de espaço. Quanto mais baixa a Atmosfera, mais se preenche esse espaço. Quando isso acontece, o fluxo das correntes de jato na região e os sistemas de pressão são alterados, e nesse aspecto poderíamos manipular o clima.”

As correntes de jato são correntes de ar que movimenta litros e litros de água em volta da Terra. São essas correntes que movem toda a água do planeta. E quando se consegue alterar a Ionosfera dessa forma, as correntes de jato ficam vulneráveis a serem manipuladas.

HAARP
Uma central de ondas de rádio chamada HAARP se localiza nos EUA e emite ondas com uma quantidade enorme na Ionosfera. O país diz que essa central só é utilizada pra estudo, mas, ela está fazendo com que toda a teoria de Tesla seja real. Ela consegue fazer com que a Ionosfera se afaste e as correntes de jato tomem outros rumos. Mas, embora tudo isso esteja acontecendo, não temos como provar que a HAARP esteja sendo usada como arma. E é isso que eles querem.

Em 2001, a NASA estudou mais de 100 terremotos e descobriu que, grande parte deles foi causado por perturbações elétricas na Ionosfera, ou seja, foram provocados pelas ondas ELF.

Estudiosos dizem que os efeitos do HAARP está ligado a outros efeitos climatológicos, provocando até nuvens muito estranhas em vários países. Nuvens com direção e sentido determinados ou até mesmo duas nuvens desse tipo se cruzando.

Militares dizem que são apenas aviões movidos a jato que estão se deslocando, mas os mesmos estudiosos dizem que o que eles estão fazendo é liberar químicos na atmosfera de inimigos para juntar esses químicos com os efeitos do HAARP, pulverizando óxido de metal no céu inimigo e, em seguida, as ondas ELF do HAARP aquecem o óxido de metal, fazendo com que a temperatura do céu atingido aumente em até 38°C, causando o impedimento do acúmulo de vapor d’água que formaria nuvens e produziria chuva. Isso causaria grande seca no local atingido.

Outra arma meteorológica, e uma das mais fortes, com certeza é a chuva. Se ela for provocada, ela pode inundar cidades de uma forma devastadora, e poderia fazer com que vários lugares desaparecessem do mapa. Mas isso vai ficar pro próximo e último post sobre esse documentário.

Beijos e abraços do futuro meteorologista mais simpático desse mundo.

Guerras Meteorológicas - Parte 1





Eu sei que eu costumo sempre contar piadas e deixar a meteorologia bem explicada com isso. Mas eu queria abrir uma exceção durante alguns posts pra falar sobre uma coisa séria, que é de grande importância pra população mundial, principalmente pra quem está ligado à meteorologia. 


O post de hoje foi tirado de um documentário do History Channel, indicado pela minha amiga Nayse, e por ser um assunto bastante longo, não tenho como postar tudo de uma vez. Então eu decidi dedicar esse e mais alguns posts basicamente a esse tema, que é bastante interessante até mesmo pra quem não curte meteorologia.

Todo mundo sabe que o ser humano quer mandar em tudo, controlar tudo. Isso não é de hoje. Mas a situação está tão crítica, que o Homem chega a perder a noção do que é ter LIMITE. O limite seria o Homem tomar conta da sua própria vida, mas agora ele quer controlar até o clima. Eles querem controlar a meteorologia, o que eu, particularmente, acho impossível. E é sobre isso que eu vou falar hoje.

Imagina se você pudesse decidir qual a intensidade de um raio e onde ele irá cair, em silêncio, fazendo com que ninguém saiba que foi você que fez. É isso que estudiosos da climatologia estão tentando fazer para obterem posse da arma mais poderosa do mundo: Os meteoros.


Relâmpago
 Uma pesquisadora de relâmpagos, em 2008, começou a estudar o lançamento de relâmpagos, cujo objetivo é lançar relâmpagos em alvos que ela mesma escolheu.
O relâmpago é produzido em trovoadas quando as partículas líquidas e de gelo se colidem, causando grandes campos elétricos nas nuvens. Mas ninguém sabe o que o libera. E é esse o objetivo dessa pesquisadora. O problema é que isso pode se tornar uma arma poderosíssima nas mãos de quem possui poder e não possui responsabilidade.
Ela se situou em uma câmara no subsolo terrestre, protegida por várias camadas de rocha. Sobre ela se localizava um foguete que está ligado em um fio ancorado no chão que seria lançado nas nuvens de tempestade. Quando o mesmo for lançado, ela se tornará o alvo.
Vou tirar algumas palavras do documentário pra explicar exatamente onde eu quero chegar com tudo isso.

“Imagine se isso fosse um campo de batalha e que o alvo fosse um tanque inimigo. O foguete poderia ser enviado em direção ao tanque, com um fio tendente, que poderia dirigir o relâmpago direto ao tanque.”

“Por um lado, com certeza, o relâmpago poderia matar um grande número de tropas. Mas o mais importante é que poderia provocar um curto circuito nos sistemas eletrônicos, que são a parte fundamental de grande parte do armamento moderno. Os relâmpagos podem apagar sistemas de radar, podem tornar os sistemas de orientação inoperantes, podem interferir com todos os tipos de software de computador.”

Isso seria uma arma e tanto em uma guerra. Eles só precisariam ter total controle sobre o relâmpago, saber exatamente onde irá cair e fazer com que tudo pareça ser natural, sem fazer com que ninguém percebesse.

Um homem chamado Nikola Tesla foi o criador da energia dirigida. A mesma energia que se encontra nas bobinas, onde se encontra corrente de alta tensão usada até hoje para alimentar nossas casas e eletrodomésticos. Ele que teve a iniciativa de fazer o homem tentar controlar o clima. Ele desenvolveu uma teoria para controlar o clima através de ondas de freqüência extremamente baixas, ou ondas ELF. Mas esse assunto vai ficar pro próximo post.

Nikola Tesla

Beijos e abraços do futuro meteorologista mais simpático desse mundo.